sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Hoje, falo sobre o álcool.



Perdoem-me as pessoas que bebem, mas nem o cigarro - que me irrita desde sempre - consegue superar a repugnância que sinto atualmente pelo álcool.

Não é, na verdade, o álcool nem as pessoas que bebem. O meu problema real é com esse cenário esdrúxulo que se compõe.

Citem - possíveis leitores - uma situação em que pessoas que utilizam o referido saiam para comemorar alguma coisa e voltem pra casa felizes e sem uma gota dele. Não existe!

Pessoas que bebem não só não aproveitam nada como atrapalham os seres decentes que querem aproveitar com seus copos de bebidas alcoólicas e fedidas e cuspindo enquanto falam e, ou riem demais, ou choram demais.

Com as drogas ilícitas eu nem me incomodo. O tráfico realmente representa um problema em larga escala, mas eu admito que, se tivesse, me arriscaria com elas, preterindo de qualquer forma o álcool.

Álcool fede e, se me permitem a observação sem base científica que seja de meu conhecimento, destrói sinapses - e neurônios.

Digam o que disserem, isto é, sim, verdade irrefutável para mim: quem bebe é alcoólatra. E, hoje, pessoas que são felizes com sua convicção de sóbrias são raríssimas.

De forma mais sucinta, quero dizer que não me agrada ver como uma enorme quantidade de pessoas, nowadays, usam e abusam dessa droga que representa problemas relevantes e irreversíveis à saúde e, infelizmente, nenhum à vida social. Muito pelo contrário. Notem como boa parte dos lugares coletivos interessantes estimula o consumo do álcool e como o fazem também boa parte dos círculos de amigos.

9 comentários:

Almeida, Marcelo disse...

Também gostei do seu blog!
claro, volte sempre...
no meu blog tem o link do meu orkut, se quiser, pode adicionar-me lá, é bom que conversamos.

Parabéns pelo blog!
:)

Márcio Becker disse...

Ah, odeio com todas as minhas forças o cigarro!!
Me irrita!! :@
E em lugar fechado? Só falto demaiar!! :S
Tá massa aquii!! =D


ILY

Gabi disse...

Que engraçado, estava conversando sobre isso hoje com algumas amigas, e o pior é que parece que o álcool, tanto quanto o cigarro não passam de modinhas, para auto-afirmação (oi, reforma ortográfica?), todoos acham lindo estar com um cigarro na mão, ou um copo de cerveja e afins.
E nós, que não bebemos e repugnamos tal atitude é que somos os estranhos!

Sascha Rodrigues disse...

O que EU posso dizer?
Só sei que minha vida mudou bastante, como já te contei... Ainda bem que mudou para melhor.

Emanuel disse...

Oi! Eu tenho pensado muito nisso - tanto que parei de beber. MESMO.
E saca? Depois de descobrir o prazer da ausência do álcool, percebi que, inexplicavelmente. Minhas noites ficaram mais coloridas. E que é muito tênue a linha que separa a alegria do vexame.
Abraços!!!

Igor Odilon disse...

Olha rapaz, repeito a sua opinião, e realmente concordo que há pessoas que exageram, tornando-se insuportáveis. Mas acho que exagerou um pouco na dose, não acha? Eu bebo sim, mas bebo como qualquer bebida, alcoólica ou não. Depende do que estou comendo, na verdade. Se for algo mais sofisticado, peço um vinho. Alguma fritura, uma cerveja, um lanche natureba, suco e qualquer coisa extremamente gordurosa uma coca cola. Há momentos e momentos, não significa que todos que bebem tornam-se homens porcos. Concordo em partes com seu texto, se nao fosse o extremismo. E apesar de tudo, gostei bastante do que li. Parabéns.

Gabriel Leite disse...

Eu sou feliz com minha convicção de sóbrio. rs

E, apesar disso, não tenho muito problema com alcólatras. Se não me colocarem no meio, acho até divertido assistir ao desabamento das máscaras sociais.

Nada como um bêbado pra incitar as pessoas a falar a verdade.

Emanuel disse...

Fer, escrevi um texto pra o Clube do Tarô sobre o alcoolismo e sitei seu blog. Abraço!!!

Anônimo disse...

Hey, I am checking this blog using the phone and this appears to be kind of odd. Thought you'd wish to know. This is a great write-up nevertheless, did not mess that up.

- David